terça-feira, 17 de março de 2015

Continuação...

Os primeiros anos do século XVIII foram de muito progresso. O ouro obtido no Brasil fortaleceu o Estado e a sua capital. Mas a 1 de Novembro de 1755, mais um grande terremoto abala Lisboa e destrói praticamente toda a cidade. Foram 3 grandes tremores que começaram por volta da 9h30 da manhã e um maremoto que invadiu os bairros próximos ao Rio Tejo. Estima-se que entre 40.000 a 60.000 pessoas morreram, dos 270.000 habitantes na época.
A reconstrução da cidade ficou a cargo do secretário de Estado do Monarca José I, o senhor Sebastião José de Carvalho e Melo, conhecido historicamente como Marquês de Pombal.
A sua primeira ordem foi "enterrar os mortos e ocupar-se dos vivos", e muitas outras seguiram transformando radicalmente Lisboa. Mandou desenhar ruas largas e espaços abertos, somando edifícios altos e uniformes. A partir daí, Lisboa começa a transformar-se.
Durante o século XIX é introduzida a iluminação pública e o comboio, e no século XX, no ano de 1966, inaugura a ponte 25 de Abril, ligando a cidade a margem sul do Tejo.


Em 1988 Lisboa sofre um dos piores incêndios na zona do Chiado. Em 1994, a capital realiza importantes obras de infraestrutura.

E nos tempos de hoje resta-me encher os olhos com as belezas que, mesmo com todos os percalços, fazem-me apaixonar cada dia mais por Lisboa.


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